Operações de compliance não vivem em isolamento. No momento em que um run fecha, a evidência que ele produziu precisa fluir para o SIEM, o ERP, o CRM ou o dashboard de risco personalizado da empresa. As pessoas que precisam desses dados raramente estão no Cadenio — elas estão no Salesforce, no ServiceNow, no PowerBI ou num portal interno construído pelo time de engenharia. Uma API REST pública é o que transforma o Cadenio em participante de primeira classe da arquitetura enterprise, em vez de mais um silo que exige extração manual.
Caso de uso 1: sincronizar conclusões de runs com o CRM ou ERP. Quando um run de onboarding de fornecedor fecha com aprovação do comitê, um webhook dispara e o ERP cria o registro do fornecedor automaticamente. Quando o onboarding de cliente chega ao go-live, o Salesforce marca a oportunidade como onboarding concluído e abre o playbook de expansão. Sem entrada manual de dados, sem defasagem, sem inconsistência entre o que o Cadenio registrou e o que o sistema downstream reflete.
Caso de uso 2: disparar runs do Cadenio a partir de eventos externos. O ITSM abre um ticket P1 — um webhook chama a API do Cadenio e inicia o fluxo de resposta a incidentes imediatamente, com o ID do ticket pré-preenchido e o responsável de plantão atribuído. O sistema de RH envia um evento de admissão e o Cadenio abre o run de onboarding do colaborador antes que o recrutador pense em fazer isso manualmente. Eventos externos se tornam gatilhos confiáveis de fluxo, não lembretes que se perdem.
Caso de uso 3: construir um dashboard de compliance em tempo real a partir dos dados de runs. O time de risco quer uma visão em tempo real de controles SOC 2 abertos, runs com SLA vencido e taxas de exceção por unidade de negócio — em 14 tipos de processo. Em vez de exportar CSVs, o time de engenharia consulta a API de Runs, filtra por tipo de fluxo e status, e alimenta os dados em um workspace do PowerBI ou um portal interno personalizado. O dashboard se atualiza conforme runs fecham e novos são abertos, sem ciclo de atualização manual.
Caso de uso 4: automação de compliance em múltiplos sistemas. Quando um run de retenção de dados registra uma decisão de descarte aprovada, a chamada de API também atualiza o registro de retenção na plataforma de governança de dados e arquiva os registros relacionados no sistema de gestão de documentos. Três sistemas, uma fonte única de verdade, um registro de execução. A ação de compliance e as atualizações nos sistemas downstream são atômicas do ponto de vista de auditoria — porque a trilha de auditoria está no Cadenio e a confirmação da API é anexada ao run.
Caso de uso 5: status de workflow incorporado em portais voltados ao cliente. Clientes enterprise que fazem parte do processo operacional — portais de fornecedores, trackers de implementação, dashboards de compliance de parceiros — podem ver o status de runs que os envolvem, sem precisar fazer login no Cadenio. O time de engenharia constrói o portal; a API do Cadenio fornece o estado do run, conclusão de marcos e ações abertas. Clientes acompanham o progresso sem ter acesso completo à plataforma. Parceiros veem o marco de compliance exigido em contrato sem precisar de uma licença.
O acesso à API é um recurso Enterprise porque cria uma superfície de integração direta entre a camada de execução do Cadenio e o restante do stack. API keys com escopo garantem que os times de integração recebam exatamente o acesso que a integração exige — runs:read para dashboards, runs:write para atualizações programáticas de tarefas, templates:read para jobs de sincronização — e nada além. Múltiplas keys por organização significam que cada integração tem sua própria credencial, com revogação e rastreamento de uso independentes.